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Após 4 dias em parque, morre jacaré de 400 quilos capturado em rio do Amapá

on outubro 28 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Animal levou três tiros, sendo um na cabeça, durante ação de captura.
Jacaré-açu de quase quatro metros foi pego na cidade de Calçoene.

27/10/2014 – 20h21
John Pacheco – Do G1 AP

 

Animal estava desde sexta-feira, 24, no zoobotânico. Foto: Dyepeson Martins/G1

Animal estava desde sexta-feira, 24, no
zoobotânico.
Foto: Dyepeson Martins/G1

 

Animal foi retirado do rio em Calçoene com uma retroescavadeira.  Foto: Reprodução/TV Amapá)

Animal foi retirado do rio em Calçoene com uma
retroescavadeira.
Foto: Reprodução/TV Amapá

 

Por dois dias, jacaré ficou imobilizado e sem alimentação. Foto: Dyepeson Martins/G1

Por dois dias, jacaré ficou imobilizado e sem
alimentação.
Foto: Dyepeson Martins/G1

 

Morreu na madrugada desta segunda-feira (27), o jacaré de 400 quilos capturado na quarta-feira (22) no rio que corta o município de Calçoene, distante 374 quilômetros de Macapá.

A informação foi confirmada pela superintendente em exercício do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), Márcia Bueno. Segundo ela, a causa mais provável é a de que o animal não tenha resistido aos três tiros que levou durante a captura, tendo sido um deles na cabeça.

O laudo oficial da morte do réptil sai na quarta-feira (29).

Dois dias após ser capturado no rio por policiais, o animal foi trazido para o Parque Zoobotânico, na capital, onde passou por cuidados após permanecer quase 48 horas ferido, imobilizado e sem alimentação no quartel da Polícia Militar de Calçoene.

O jacaré da espécie açu era uma fêmea de quase quatro metros, que por duas vezes foi transportada em uma retroescavadeira.

“A autópsia está sendo feita, mas a causa deve ter sido os ferimentos mesmo. Foram três tiros e algumas perfurações por arpão. Com a conclusão do laudo, encaminharemos à promotoria de Calçoene, que autorizou a captura do animal. Vamos ver como foi dada essa autorização, pois para o Ibama nenhum documento foi apresentado”, disse Márcia, não descartando a possibilidade de crime ambiental.

Em função da carne do jacaré não ter sido avaliada para consumo, o corpo do animal será enterrado em um local ainda não definido, segundo a superintendente do Ibama. As suspeitas de que o animal poderia estar no período de desova ainda não foram confirmadas pelos veterinários do zoobotânico.

Captura

Uma força-tarefa em Calçoene foi necessária para capturar o jacaré, que já teria atacado uma embarcação dias antes, segundo pescadores.

“Identificamos que era uma fêmea, e pedimos a autorização da promotora da cidade para pegá-la em função do risco que ela oferecia para a população. Em rondas pela água, encontramos ela próximo ao balneário do rio Calçoene. Tivemos que laçar o jacaré e puxar para a beira do rio”, disse o tenente da PM Pedro Costa.

A analista ambiental do Ibama Mirella Vasconcelos acredita que o animal tenha se aproximado da cidade por causa da oferta de comida no trecho do rio que corta a cidade. Para ela, o fato de a cidade ser um polo pesqueiro, facilita o despejo de carcaças e restos de peixes no rio.

 

CLIQUE AQUI para notícia original.

 

 

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