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Coala órfão encontra consolo em bicho de pelúcia na Austrália

on setembro 19 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Filhote sobreviveu a acidente, mas perdeu a mãe atropelada por um carro.
Veterinários explicam que coala de pelúcia ajuda bichinho a superar trauma.

19/09/2016 – 10h09
G1 – Com informações da France Presse

 

A coala Shayne com o bicho de pelúcia que a está ajudando a superar o trauma da perda da mãe. Foto: Ben Beaden/Australia Zoo/AFP

A coala Shayne com o bicho de pelúcia que a está ajudando a superar o trauma da perda da mãe.
Foto: Ben Beaden/Australia Zoo/AFP

 

A coala Shayne, que sobreviveu a um acidente que matou sua mãe atropelada. Foto: Ben Beaden/Australia Zoo/AFP

A coala Shayne, que sobreviveu a um acidente que matou sua mãe atropelada.
Foto: Ben Beaden/Australia Zoo/AFP

 

Um coala australiano que ficou órfão em um acidente encontrou consolo em um bicho de pelúcia em forma de marsupial, que lhe deram para se recuperar do trauma da morte de sua mãe.

A mãe de Shayne, um coala de nove meses, morreu atropelada por um carro no estado de Queensland, no leste da Austrália.

O bebê marsupial estava agarrado nas costas de sua mãe no momento do acidente e, com o impacto, foi projetado a 20 metros. Quando foi encontrado, estava sendo atacado por corvos.

Shayne foi levado ao hospital de fauna selvagem do zoológico da Austrália, dirigido pela família do famoso defensor dos animais Steve Irwin.

Os veterinários do centro explicam que o marsupial está superando o trauma da perda de sua mãe e está conseguindo se tornar independente graças a um bicho de pelúcia em forma de coala, ao qual se agarra como se fosse sua mãe.

“Shayne não ficou ferido no acidente. Mas precisa enfrentar a perda de sua mãe e aprender as lições vitais para se tornar um coala independente e selvagem”, disse nesta segunda-feira (19) a diretora do centro, Rosie Booth.

Os coalas, marsupiais emblemáticos da Austrália, sofrem as consequências das mudanças climáticas e da perda de seu habitat. Também são vítimas de ataques de cachorros, acidentes de carro e infecções de clamídias.

Quando os primeiros colonos britânicos chegaram, em 1788, havia mais de 10 milhões de coalas. É difícil contabilizá-los porque vivem no alto das árvores, mas em 2012 estimava-se que restavam apenas 330.000.

 

CLIQUE AQUI   para notícia original.

 

 

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