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Diário de S. Paulo – Tráfico de animais contribui para o desequilíbrio natural

on junho 1 | em FIQUE POR DENTRO, Renctas na Mídia | by | with No Comments

Entre dez bichos recolhidos na natureza, nove morrem antes de chegar ao comprador. Esse comércio clandestino movimenta US$ 900 mil por ano no Brasil
O combate ao comércio ilegal de animais silvestres depende muito das denúncias feitas aos órgãos de fiscalização. Em São Paulo, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Polícia Militar Ambiental e a Delegacia de Polícia do Meio Ambiente são os responsáveis por coibir esse tipo de crime.

Além de contribuir para o desequilíbrio ambiental de muitas áreas, os traficantes maltratam os animais. Entre dez bichos recolhidos de seus habitats, nove morrem antes de chegar ao comprador. A ONG Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas) estima que, no Brasil, esse comércio ilegal seja responsável pela retirada de 38 milhões de espécimes da natureza por ano.

No Relatório Nacional sobre o Tráfico de Fauna Silvestre, a Renctas denunciou que esse comércio ilegal movimenta US$ 900 mil por ano no Brasil. Especialistas calculam que a atividade manipule entre dez e 20 bilhões de dólares anualmente no mundo. O tráfico da vida silvestre teria uma rentabilidade menor apenas que a dos tráficos de armas e de drogas.

No Brasil, é comum encontrar aves silvestres e macaquinhos como animais de estimação. O costume não é exclusivo de moradores do interior. Em chácaras, muitas pessoas mantém viveiros com pássaros canoros (que cantam) e ornamentais (papagaios e araras, por exemplo) e sagüis.

A fiscalização é importante para combater esse tráfico. As denúncias podem ser feitas por telefone e via Internet.

Dimas Marques

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