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Em fotos, uma rara cobra de duas cabeças

on abril 12 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Imagens do animal peçonhento foram feitas no Kansas (EUA) pelo fotógrafo Jason Talbott.
Répteis assim são esquivos e têm baixa taxa de sobrevivência.

11/04/2016 – 18h03
G1 – Com informações da BBC

 

O Fotógrafo Jason Talbott fez imagens de uma rara cobra de duas cabeças no Kansas, nos Estados Unidos. O profissional já fotografou centenas de insetos e répteis, o que lhe rendeu algumas picadas.

De acordo com estudos, a maioria das cobras de duas cabeças vive apenas por alguns meses.

 

O fotógrafo Jason Talbott conseguiu capturar uma cobra de duas cabeças, que encontrou no Kansas, Estados Unidos. Foto: Jason Talbott/Caters News

O fotógrafo Jason Talbott conseguiu capturar uma cobra de duas cabeças, que encontrou no Kansas, Estados Unidos.
Foto: Jason Talbott/Caters News

 

A criatura foi descoberta na natureza por amigos do fotógrafo, que correu ao local para fazer as fotos. Foto: Jason Talbott/Caters News

A criatura foi descoberta na natureza por amigos do fotógrafo, que correu ao local para fazer as fotos.
Foto: Jason Talbott/Caters News

 

O fotógrafo já fez imagens de centenas de insetos e répteis, o que lhe rendeu algumas picadas. 'Felizmente as picadas foram de animais não venenosos', diz ele. Foto: Jason Talbott/Caters News

O fotógrafo já fez imagens de centenas de insetos e répteis, o que lhe rendeu algumas picadas. ‘Felizmente as picadas foram de animais não venenosos’, diz ele.
Foto: Jason Talbott/Caters News

 

O fotógrafo percebeu que uma das cabeças da cobra, que chegou a atacar seu amigo, era mais agressiva que a outra. Mas ele notou também que a cobra perdia em 'eficiência' se as cabeças não agissem de forma coordenada. Foto: Jason Talbott/Caters News

O fotógrafo percebeu que uma das cabeças da cobra, que chegou a atacar seu amigo, era mais agressiva que a outra. Mas ele notou também que a cobra perdia em ‘eficiência’ se as cabeças não agissem de forma coordenada.
Foto: Jason Talbott/Caters News

 

O fotógrafo percebeu que uma das cabeças da cobra, que chegou a atacar seu amigo, era mais agressiva que a outra. Mas ele notou também que a cobra perdia em 'eficiência' se as cabeças não agissem de forma coordenada. Foto: Jason Talbott/Caters News

O fotógrafo percebeu que uma das cabeças da cobra, que chegou a atacar seu amigo, era mais agressiva que a outra. Mas ele notou também que a cobra perdia em ‘eficiência’ se as cabeças não agissem de forma coordenada.
Foto: Jason Talbott/Caters News

 

Especialistas australianos - país com uma das maiores concentrações de cobras venenosas do mundo - explicam que o fenômeno se deve ao fato de dois núcleos que não se partiram da forma correta, gerando uma única cobra com duas cabeças. Foto: Jason Talbott/Caters News

Especialistas australianos – país com uma das maiores concentrações de cobras venenosas do mundo – explicam que o fenômeno se deve ao fato de dois núcleos que não se partiram da forma correta, gerando uma única cobra com duas cabeças.
Foto: Jason Talbott/Caters News

 

CLIQUE AQUI  para notícia original.

 

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