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Comando Ambiental da Brigada Militar – Porto Alegre/RS – Brigada Militar apreende mais de 30 mil ovos de tartaruga em Rio Grande, RS

on February 10 | in Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Cada caixa tem capacidade para até 50 ovos.
Foto: Brigada Militar CABM
Os policiais esvaziaram os “canteiros de ovos”, para reinserí-los no ambiente natural.
Foto: Brigada Militar CABM
Operação Quelônio tem mais de 50 policiais que vão reintegrar animais à natureza. Foto: Brigada Militar CABM
O Comando Ambiental da Brigada Militar está realizando no litoral da região sul do Estado (10/02) a Operação Quelônio, que tem como finalidade fiscalizar a desova da tartaruga tigre d’água (Trachemys dorbigni) e coibir o comércio ilegal e o tráfico de animais.

Já foram encontrados mais de 30 mil ovos de tartarugas que foram retiradas dos “canteiros de ovos”, para serem reinseridas no ambiente natural.  Uma equipe da PATRAM com mais de 50 integrantes realiza patrulhas para identificar outros locais onde possam ter outras ninhadas construídas pelo homem.

Após a localização dos canteiros de ovos, é realizada a identificação dos espécimes que estão com cerca de 3 cm, feita a coleta e o transporte dos animais para o Núcleo de Reabilitação da Fauna Silvestre da UFPEL, um local adequado com melhores  condições para proporcionar a soltura dos animais.

A tartaruga tigre d’água é um réptil da família dos quelônios. O período de acasalamento na natureza acontece entre julho e abril. A desova estende-se de agosto a janeiro e a fêmea constrói buracos na terra ou areia para postar seus ovos. A fêmea desova até 18 ovos por postura. Estes eclodem após 60 a 120 dias. O habitat destes quelônios estende-se pelos pântanos, banhados, lagos, riachos e rios do Rio Grande do Sul, predominando na região da lagoa dos patos e o banhado do Taim.

O Coronel Ângelo Silva, Comandante do Comando Ambiental da Brigada Militar que comandou a Operação Quelônios, afirma que os animais seriam comercializados ilegalmente por um valor de R$ 5,00 a 10 reais, mas que pode chegar até R$ 160,00 reais em outros mercados.

Salientou o Comandante Ângelo que é “importante que comunidade não adquira espécies nativas sem saber a procedência, pois tal prática pode se configurar em crime ambiental, além do grande impacto ambiental causado, pois de cada 10 animais retirados do ambiente natural, somente 01 consegue sobreviver”.

 Assessoria de Comunicação Social CABM
Telefone: (51) 85016672
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