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Justiça concede prisão preventiva aos acusados da Operação Jaguar, que investiga caça a onças
Data: 27/07/2010 - Capital News - Campo Grande/MS
Munições e armas de alto calibre, além das peles de onças, foram apreendidas durante a Operação Jaguar

Jefferson Gonçalves

 
 

A Justiça concedeu o pedido de prisão preventiva aos dez acusados de caça ilegal de onças no Pantanal, detidos na Operação Jaguar, realizada pela Polícia Federal (PF).

 
Nessa segunda-feira (26), o taxidermista e biólogo Fernando Chialenato se apresentou à PF do Paraná. Na casa dele, os policiais encontraram vários objetos de caça e couros de onças pintadas.
 
 
Além do taxidermista, estão detidos cinco estrangeiros e três brasileiros em Sinop (MT) e outros dois brasileiros em Corumbá (cidade distante 417 quilômetros a noroeste de Campo Grande).
 
 
A Operação Jaguar foi realizada após cerca de um ano de investigações de uma quadrilha que realizava safári na região pantaneira, onde onças pintadas eram os principais alvos.A quadrilha agenciava caçada tanto no Brasil como no exterior.
 
 
Várias armas de grosso calibre e munições foram apreendidas, além de couros de onças e até marfim.
 
 
De acordo com a Polícia Federal, o responsável pela coordenação da caça nas regiões, seria Elizeu Augusto Sicoli, morador em Cascavel no Paraná. Elizeu seria a pessoa que fornecia as armas e também preparava a caçada, tanto para brasileiros e estrangeiros. Ele também organizava “excursões” no exterior para caçadas.
 
 
Elizeu chegava a ganhar U$ 1,5 mil por pessoa para caças no território brasileiro e U$ 3,5 mil nas do exterior. O acusado está detido no Paraná. Duas pessoas ainda estão foragidas, entre elas o “mateiro” Antônio Teodoro de Melo Neto, conhecido como Tonho da Onça, responsável por guiar os caçadores até as onças na mata.

 

 

 

 

 

 
 
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