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Guardiões da fauna: Adaptações para animais alteram a casa da engenheira Lenita Alves

on junho 5 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

(Foto: Márcio Silva)

(Foto: Márcio Silva)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A área agregou dois novos terrenos nas laterais, onde foram construídos dezenas de recintos

Quando a engenheira ambiental, Lenita Alves de Toledo abriu as portas da sua casa para os silvestres, em 1982, o imóvel era bem menor do que é hoje. E muito diferente. As adaptações feitas para abrigar os animais transformaram totalmente a “cara” do local, que agregou dois novos terrenos nas laterais, onde foram construídos dezenas de recintos.

Além de construir as gaiolas e recintos dentro das especificações técnicas de acordo com as espécies que ficariam ali, Lenita teve que investir em uma complexa ligação hidráulica e elétrica, de forma a atender todos os espaços. Sem falar em detalhes específicos para cada animal, como as grades reforçadas das onças e proteção dupla para evitar fugas dos macacos mais peraltas.

O forno de pizza virou um abrigo para macacos, assim como a casinha do cachorro. Até a churrasqueira foi “engolida” pelos recintos criados para abrigar bichos. A piscina, hoje, está “vazia”: só tem água. Mas já abrigou peixes-boi, conta Lenita. “Faz um tempo que não aparecem animais pra ocupar essa piscina, ela está vaga”, brincou.

E alguns espaços ainda reservam regalias aos hóspedes. Os macacos têm direito a uma dieta especial, com cereais para quebrar a rotina. Já o recinto em que as antas ficam é uma enorme área gramada, com baias para elas se recolherem na sombra e um enorme chuveirão, onde se refrescam nos dias mais quentes. “Tudo feito sob medida para eles, sob orientação do Ibama. O bem estar deles é prioridade”, garante Lenita.

Como em toda família, é claro que alguns exageram e perdem suas regalias. Caso da queixada, que hoje é mantido preso para poupar o sofá de Lenita. “Se ele se solta, corre pra dentro de casa, joga as almofadas no chão e sobe no sofá. Suja tudo, quando não sai derrubando as coisas”, conta, aos risos. “Meu falecido marido ficava doido”, lembra.

Domésticos

Além dos 65 silvestres, Lenita ainda construiu um enorme canil, onde abriga os cães dela e também cachorros resgatados das ruas, que ela trata e procura donos.  Ao todo, são 21 cachorros, além de cinco gatos, seis galinhas, dois patos, três picotes, quatro gansos e seis perus, totalizando 47 animais domésticos. E ainda tem espaço para mais, diz a engenheira. “Eu sou uma das poucas que faz isso, e fiquei alguns anos sem fazer melhorias, mas este ano voltei com as obras. Comecei reformando alguns recintos e em breve pretendo construir novos para poder receber mais animais”, revelou.

Fonte: http://www.acritica.com/channels/governo/news/adaptacoes-deram-outra-cara-a-casa-da-mantenedora-lenita-alves

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