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Parque consegue reprodução inédita de filhotes de macuco, no Paraná

on agosto 10 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Nascimentos foram registrados no sábado (6) e na segunda-feira (9).
Zoológico é referência na reprodução em cativeiro de espécies raras.

09/08/2016 – 17h08
Do G1 – PR, em Foz do Iguaçu

 

Primeiro filhote de macuco reproduzido em cativeiro no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu (PR), nasceu na tarde de sábado (6). Foto: Parque das Aves / Divulgação

Primeiro filhote de macuco reproduzido em cativeiro no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu (PR), nasceu na tarde de sábado (6).
Foto: Parque das Aves / Divulgação

 

Outros oito ovos de macuco estão incubados.Os filhotes de macuco podem nascer nos próximos dias, esperam os biólogos do Parque das Aves. Foto: Parque das Aves / Divulgação

Outros oito ovos de macuco estão incubados.Os filhotes de macuco podem nascer nos próximos dias, esperam os biólogos do Parque das Aves.
Foto: Parque das Aves / Divulgação

 

O Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, conseguiu nesta semana uma reprodução inédita de filhotes de macuco.

O primeiro nasceu no sábado (6) e o segundo conseguiu deixar o ovo na tarde de segunda (8). Ambos estão bem, garantem os biólogos. Outros oito ovos estão incubados.

A ave não é considerada uma espécie ameaçada de extinção pelo Ibama, mas está na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (Iucn) como quase ameaçada.

Exemplares do macuco – que é típica da Mata Atlântica, na área que compreende o leste do Brasil, sudeste do Paraguai e extremo nordeste da Argentina – vivem no zoológico desde 1997. Até 2013, era apenas uma fêmea, já idosa. Entre 2013 e 2015, o recinto recebeu sete casais vindos de Minas Gerais e as primeiras posturas foram feitas neste ano.

Os hábitos de reprodução do macuco são diferentes da maioria das outras aves. Na espécie, a fêmea bota de três a cinco ovos, que são chocados pelo macho por um período de 19 a 21 anos.

No parque, os ovos são retirados e mantidos em uma incubadora, onde são monitorados até que eclodam. Os biólogos responsáveis pelas pesquisas sobre a espécie contam que os primeiros ovos postos foram quebrados, provavelmente pelos pais. Por isso, o cuidado especial e a necessidade de mantê-los no berçário.

Referência em reprodução

Conhecido pelas pesquisas sobre nutrição, comportamento e conservação de aves e pelos programas de reprodução em cativeiro, o parque já conta com indivíduos de várias espécies nascidas no local.

Entre os exemplos estão o do mutum-de-alagoas – extinto na natureza desde a década de 1970 e que teve o primeiro filhote nascido em um zoológico -, o da ararajuba e o da jacutinga – ameaçadas de extinção -, além dos flamingos, guarás, papagaios de cara roxa e de peito roxo e araras.

O parque é aberto à visitação e reúne mais de 800 animais de 200 espécies típicas da região e algumas exóticas como o casuar, conhecido como a ave mais perigosa do mundo. Cobras, jacarés e borboletas também fazem parte do acervo.

 

CLIQUE AQUI  para notícia original.

 

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