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Parque do DF flagra passeio de onça-parda e seu filhote

on fevereiro 24 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Outro flagrante no Água Mineral foi divulgado na semana passada.
Parque Nacional diz não haver registro de ataques de felinos.

23/02/2016 – 06h06
Raquel Morais – Do G1 – DF

 

Onça-parda e filhote flagradas no Parque Nacional de Brasília. Foto: Parque Nacional de Brasília/Reprodução

Onça-parda e filhote flagradas no Parque Nacional de Brasília.
Foto: Parque Nacional de Brasília/Reprodução

 

Onça-parda fotografada no Parque Nacional de Brasília. Foto: Parque Nacional de Brasília/Reprodução

Onça-parda fotografada no Parque Nacional de Brasília.
Foto: Parque Nacional de Brasília/Reprodução

 

Com uma armadilha fotográfica, o Parque Nacional de Brasília conseguiu registrar novas imagens de onça-parda – também chamado de suçuarana ou puma – que moram dentro da reserva.

Desta vez, havia uma felina adulta e o filhote. O flagrante foi divulgado nesta segunda-feira (22) em redes sociais.

Os animais, que têm hábitos noturnos e são considerados solitários, aparecem bem próximos à câmera. Outro flagrante foi feito em janeiro e foi divulgado na semana passada.

As fotos animaram os responsáveis pelo registro. O Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral, tem 42 mil hectares. O local do flagrante da onça é em meio ao cerrado selvagem, longe de onde geralmente há presença de público.

“Ao terem encontros com humanos, as onças fogem imediatamente”, explica a instituição, que diz não haver risco para os frequentadores. “Nunca houve registro de ataque de onça a humanos no Parque Nacional de Brasília. Em todas as experiências de avistamento elas fugiram, estão no cerrado com facilidade de fuga e abundância de alimentos naturais.”

A aparelhagem foi montada pela equipe da ONG NEX. “Não conseguimos estimar o tamanho da população, pois diferente das onças-pintadas, que possuem rosetas [pintas], que servem como impressões digitais, as onças pardas não possuem isto, então fica mais difícil estimar o tamanho da população. Seria necessário a utilização de chip ou colar GPS”, explicou a ONG NEX ao G1.

O Parque Nacional diz haver poucos riscos de o felino avançar em áreas urbanas, pois o Água Mineral se interliga com duas outras áreas de proteção ambiental, que se estendem para Goiás. No parque há presas comuns dos pumas, como queixadas, antas e tamanduás-bandeira.

 

CLIQUE AQUI  para notícia original.

 

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