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Polícia Federal prende 3 por tráfico de aves silvestres em Aparecida de Goiânia

on janeiro 15 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Ação desarticulou grupo com membros em Goiás, Tocantins e São Paulo.
Segundo delegado, todos os detidos já haviam sido presos anteriormente.

14/01/2016 – 14h27
Do G1 – GO

 

PF prende 3 por tráfico de aves silvestres em Aparecida de Goiânia. Foto: Reprodução/TV Anhanguera

PF prende 3 por tráfico de aves silvestres em Aparecida de Goiânia.
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

 

PF prende 3 por tráfico de aves silvestres em Aparecida de Goiânia. Foto: Reprodução/TV Anhanguera

PF prende 3 por tráfico de aves silvestres em Aparecida de Goiânia.
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

 

PF prende 3 por tráfico de aves silvestres em Aparecida de Goiânia. Foto: Reprodução/TV Anhanguera

PF prende 3 por tráfico de aves silvestres em Aparecida de Goiânia.
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

 

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira (14), três pessoas suspeitas de traficar aves silvestres, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

Com os detidos, foram encontradas cerca de 100 aves, que foram resgatadas e encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas). A prisão faz parte da Operação Voo Livre, deflagrada, também, em Tocantins e em São Paulo, que procura desarticular uma quadrilha de tráfico de animais.

Segundo o delegado da PF responsável pela operação, Cleyber Malta Lopes, todos os presos já tinham passagem pela polícia pela mesma prática. “Observamos a reincidência dos envolvidos nesse tipo de crime ambiental que, por ter pena branda, acaba por permitir que eles continuem praticando”, afirmou.

Também estão previstos 8 mandados de busca e apreensão e 10 de condução coercitiva em Goiás. Outros dois suspeitos do mesmo crime também eram procurados pela PF no estado, mas não foram encontrados.

De acordo com o delegado, a suspeita é que cerca de 35 pessoas fizessem parte do grupo que capturava e comercializava araras, papagaios, e aves de canto.

“Os membros da quadrilha em Goiás eram responsáveis pela comercialização dos animais e até mesmo por enviá-los para serem vendidos em São Paulo”, relatou Lopes.

O delegado afirma que o grupo era dividido em três atividades principais. Os coletores, que, segundo ele, eram pessoas do campo, responsáveis por retirarem os animais do seu habitat natural. Os comerciantes, que traficavam os bichos. Além deles, em paralelo às duas categorias, estavam os financiadores, que disponibilizavam recursos para que os crimes fossem praticados.

“Os coletores, sem dúvida, eram pessoas muito simples. Cometiam o crime por conta de R$ 60 pela ave capturada”, afirmou o delegado. Conforme as investigações, as aves chegavam a ser comercializada por R$ 2 mil. Apesar de nesta quinta-feira terem sido recapturados 100 animais, o investigador afirmou que outras 500 aves já haviam sido resgatadas em outras apreensões no estado.

Condições ruins

O chefe da Delegacia do Meio Ambiente e Patrimônio Histórico do Tocantins, Hugo Haas de Oliveira, afirmou que o principal financiador do crime estava aqui em Goiás. Ele ressalta as péssimas condições em que os animais foram recuperados.

“É extremamente criminosa a ação destas pessoas, que transportavam os pássaros em caixas fechadas, sem ventilação. Em todas as apreensões que fizemos havia animais mortos”, afirmou Haas.

Os envolvidos devem responder pelos crimes de receptação qualificada, associação criminosa, falsificação de selo público federal, caça, maus tratos, comércio interestadual de animais silvestres e organização criminosa. Se condenados, podem pegar até 15 anos de prisão, segundo o delegado.

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