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Polícia prende homens por tráfico de animais silvestres em Arapiraca, AL

on novembro 3 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Prisão em flagrante aconteceu em feira livre no bairro Paixão.
Operação foi realizada por PM, Ministério Público e IMA.

03/11/2014 – 12h55
Do G1 – AL

Material apreendido foi levado para o IBAMA. Foto: Divulgação/ Ascom MP

Material apreendido foi levado para o IBAMA.
Foto: Divulgação/ Ascom MP

 

Dois homens identificados como Jose Luis da Silva, 54, e José Alves Filho, 48, foram presos em flagrante por tráfico de animais silvestres em uma operação realizada no início da manhã desta segunda-feira (3), em Arapiraca.

A ação faz parte da Fiscalização Preventiva Integrada do São Francisco/Alagoas. A operação foi realizada pelo Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar com apoio do Ministério Público e do Instituto de Meio Ambiente (IMA).

Jose Silva será indiciado pelo crime de tráfico de 100 pássaros. Já José Filho pelo ilícito penal de manter animais silvestres em cativeiro. A multa por tráfico de animais é de R$ 500 reais por ave. E se ela for de espécie em risco de extinção, o valor aumenta para R$ 5 mil.

Eles foram presos em uma feira livre localizada na Rua Maurício Pereira, no bairro do Paixão, do município do Agreste alagoano. Centenas de pássaros também foram apreendidos.

A equipe identificou pássaros das espécies João-mago, Canário-da-terra, Azulão, Cam-kão, Papa-capim, Galo de campina, Extravagante, Rolinho fogo-pagô, Sabiá-gonga, Caboclo-linho,Veludo e Jesus meu-deus. Eles foram encontrados presos sob situação de maus-tratos, uma vez que estavam presos em gaiolas superlotadas.

Segundo o tenente Victor Luiz Lopes, do Batalhão de Polícia Ambiental, os pássaros serão levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) para ver quais animais já podem ser devolvidos aos biomas da Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. “Precisamos identificar quais pássaros estão em condições físicas de serem soltos. Muitos deles estão debilitados. Devolvê-los à mata assim é praticamente condená-los à morte”, disse o coordenador da equipe.

Um dos coordenadores-gerais da FPI do São Francisco, promotor de Justiça Alberto Fonseca, acompanhou a operação. “Ficamos satisfeito com o resultado do trabalho desta manhã, que representou um avanço no combate ao tráfico de animais silvestres. A ação também teve caráter educativo ao mostrar a população que o cativeiro, venda e compra de espécies assim são crimes e resultam em punição aos responsáveis”, destacou ele.

 

CLIQUE AQUI para notícia original.

 

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