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Portal Globo.com – G1 – Polícia Ambiental resgata preguiça e aves silvestres em João Pessoa, PB

on janeiro 18 | em Fauna na Mídia, FIQUE POR DENTRO | by | with No Comments

Papagaio, espécie em risco de extinção, estava entre as aves.
Espécie típica do Pantanal também foi apreendida.

Krystine Carneiro – Do G1 PB

Preguiça foi resgatada em residência próxima à Mata do Buraquinho (Fot Walter Paparazzo/G1)
Preguiça foi resgatada em residência próxima à Mata do Buraquinho.
Foto: Walter Paparazzo/G1
Aves silvestres estavam sendo criadas irregularmente (Fot Walter Paparazzo/G1)
Aves silvestres estavam sendo criadas irregularmente.
Foto: Walter Paparazzo/G1

Uma preguiça e 22 aves silvestres foram resgatadas nesta sexta-feira (17) pela Polícia Ambiental nos bairros de Jaguaribe e Cristo Redentor, em João Pessoa. Segundo o comandante do batalhão, o tenente-coronel Paulo Sérgio de Oliveira, foram aplicados R$ 6,5 mil em multas para os infratores.

As aves estavam sendo criadas irregularmente. Entre elas, estava um papagaio, que está em risco de extinção. Apenas por esse exemplar da espécie, a multa é de R$ 5 mil. Também foi resgatada uma ave da espécie Pega, típica da região do Pantanal. “Com isso, a gente vê que existe tráfico de aves por aqui”, comentou o comandante.

O bicho-preguiça, por sua vez, foi encontrado em uma residência próxima à Mata do Buraquinho. “Esses animais muitas vezes saem da reserva e vão para as casas ou tentam atravessar a rodovia, desorientados. Fizemos o resgate dela e vamos soltá-la em seu habitat”, explicou.

As aves serão encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, onde serão avaliadas. Dependendo do resultado, elas vão ser devolvidas à natureza. No caso do Pega, ele deverá voltar para o Pantanal.

A ação faz parte da operação Resgate, da Polícia Ambiental e visa conscientizar a população de que criação de animais silvestres é crime. Em caso de entrega voluntária, a lei prevê o abono das penalidades. Para outras ocasiões, são cobradas multas de R$ 500 por espécie apreendida ou R$ 5 mil em caso de espécies em risco de extinção.
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